(^, ®)
Olá a todos! Sei que acabo escrevendo de vez em nunca e isso pode ser chato!
Mas, quando sento na frente do computador para escrever sobre algo, prometo que é para valer a pena.
Mais uma vez a ideia do post surgiu de uma conversa, dessa vez com o meu namorado Lucas. Nesse feriadão de Páscoa resolvemos alugar um filme para relaxar e distrir. Ele, o Lucas, tem um gosto bastante peculiar para tudo. Inclusive para filmes. Não gosta de nada que esteja no circuito comercial.
Bom, a verdade é que acabamos alugando um filme com um ator que particularmente me agrada, o francês Vicent Cassel (um outro dia comento de suas trajetórias). A película se chama "Inimigo Público Número 1" (existem as partes 1 a e 2, portanto, são 2 DVDs) e conta a história de Jacques Mesrine, o maior e o mais ousado ladrão de bancos que a França já teve.
A partir daí já dá para se extrair que o filme deve SIM ter muita ação e etc. E teve.
Porém, um comentário de Lucas me despertou para esse comentário. Depois de assistirmos à trama, ele me disse que realmente gostou do roteiro, das atuações e do filme como um todo.... "no entanto ficou faltando algo, você não acha?" me perguntou ele.
E por conhecê-lo logo entendi o que ele queria dizer.
-O filme não tem ritmo, não é? Faltou ritmo - Perguntei. E a réplica doi positiva.
Na verdade não é que o filme não tenha ritmo. O filme NÃO tem o ritmo convencional dos filmes de ação Hollywoodianos. O que temos de entender quando locamos um filme europeu, em geral, é que eles têm sim uma narrativa mais lenta. E por sermos sempre bombardeados (veja, isso não é uma crítica, apenas uma constatação) pela indústria norte-americana - e portanto, pelo modo DELES de fazerem filme - acabamos estranhando outros tipos de estéticas e narrativas.
Por isso, pensem nisso da próxima vez que se depararem com qualquer produção que não originária dos EUA. Isso é válido para filmes asiáticos também. Assista a um filme típico japonês, chinês ou coreano. O que falar, então dos filmes indianos (que produzem mais filmes por ano que os próprios estadunidenses)?
Bom, fica a dica. De certa maneira, essa é uma forma de ampliarmos nossos horizontes, né?
Diga "sim" às novas oportunidades e "não" ao preconceito, sem jamais perder a crítica sensata!
E deliciem-se!
Ahhh, Aliás, recomendo "Inimigo Público Número 1". Execlente!
Mas, quando sento na frente do computador para escrever sobre algo, prometo que é para valer a pena.
Mais uma vez a ideia do post surgiu de uma conversa, dessa vez com o meu namorado Lucas. Nesse feriadão de Páscoa resolvemos alugar um filme para relaxar e distrir. Ele, o Lucas, tem um gosto bastante peculiar para tudo. Inclusive para filmes. Não gosta de nada que esteja no circuito comercial.
Bom, a verdade é que acabamos alugando um filme com um ator que particularmente me agrada, o francês Vicent Cassel (um outro dia comento de suas trajetórias). A película se chama "Inimigo Público Número 1" (existem as partes 1 a e 2, portanto, são 2 DVDs) e conta a história de Jacques Mesrine, o maior e o mais ousado ladrão de bancos que a França já teve.
A partir daí já dá para se extrair que o filme deve SIM ter muita ação e etc. E teve.
Porém, um comentário de Lucas me despertou para esse comentário. Depois de assistirmos à trama, ele me disse que realmente gostou do roteiro, das atuações e do filme como um todo.... "no entanto ficou faltando algo, você não acha?" me perguntou ele.
E por conhecê-lo logo entendi o que ele queria dizer.
-O filme não tem ritmo, não é? Faltou ritmo - Perguntei. E a réplica doi positiva.
Na verdade não é que o filme não tenha ritmo. O filme NÃO tem o ritmo convencional dos filmes de ação Hollywoodianos. O que temos de entender quando locamos um filme europeu, em geral, é que eles têm sim uma narrativa mais lenta. E por sermos sempre bombardeados (veja, isso não é uma crítica, apenas uma constatação) pela indústria norte-americana - e portanto, pelo modo DELES de fazerem filme - acabamos estranhando outros tipos de estéticas e narrativas.
Por isso, pensem nisso da próxima vez que se depararem com qualquer produção que não originária dos EUA. Isso é válido para filmes asiáticos também. Assista a um filme típico japonês, chinês ou coreano. O que falar, então dos filmes indianos (que produzem mais filmes por ano que os próprios estadunidenses)?
Bom, fica a dica. De certa maneira, essa é uma forma de ampliarmos nossos horizontes, né?
Diga "sim" às novas oportunidades e "não" ao preconceito, sem jamais perder a crítica sensata!
E deliciem-se!
Ahhh, Aliás, recomendo "Inimigo Público Número 1". Execlente!